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Sambaquis: As testemunhas da pré-história no Brasil

Sítios encontrados ao longo do litoral reúnem a memória de uma sociedade que viveu no Brasil há pelo menos nove mil anos convivendo sustentavelmente com os recursos naturais

Há uma testemunha silenciosa, porém muito rica de conteúdo, da presença do homem pré-histórico no litoral do Brasil. São os sambaquis, montes de conchas, esqueletos, ossos, restos de fogueiras e artefatos humanos misturados à areia, alguns com mais de 30 metros de altura, e que ainda hoje registram a vida dos brasileiros que habitavam nossas praias há quase nove mil anos anos. O nome sambaqui origina-se da combinação de duas palavras na língua tupi: tamba, que quer dizer conchas, e ki significando amontoado.

Eles são um patrimônio arqueológico da maior importância, que permite aos estudiosos pesquisar as antigas comunidades que viveram no nosso litoral. Há pelo menos nove mil anos já havia sambaquis e os homens, mulheres e crianças que ajudaram a formá-los não eram simples e pequenos bandos de nômades em busca de comida. Eram uma sociedade com algum nível de organização e uma tecnologia adequada para usar com eficiência os recursos naturais disponíveis.

Originalmente, os sambaquis eram lugares de moradia e das demais atividades do cotidiano, como o preparo de artefatos e de alimentos. Serviam até como cemitério. Os grupos humanos que viveram neles eram os verdadeiros senhores do litoral e nos deixaram uma herança viva, presente ainda no nosso cotidiano em pleno século XXI e, infelizmente, muito pouco valorizada como fonte de informação histórica. No centro desta herança cultural deixada aos brasileiros, está o conhecimento e o uso dos recursos que a natureza disponibiliza.

Segundo a arqueóloga Maria Dulce Gaspar, do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os sambaquis são “o resultado de um trabalho orientado pela sociedade sambaquieira, que tinha suas próprias regras sociais e organizava seu dia-a-dia para construir o que hoje chamamos de marcos espaciais, paisagísticos”. Alguns deles, como os de Santa Catarina, são tão grandes (têm cerca de 30 metros de altura), que chegam a aparecer nos mapas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), lembra Maria Dulce.

A arqueóloga conta que já foram localizados mais de mil sambaquis no litoral brasileiro. Desde Torres, no Rio Grande do Sul, seguindo para o Norte em faixa contínua até a Bahia, eles aparecem também no litoral de Alagoas, do Piauí, do Maranhão e do Pará. São encontrados até no baixo rio Amazonas, em Santarém, no Pará. Os mais estudados são os dos litorais fluminense e catarinense, devido à existência mais frequente de pesquisadores dedicados a esses assuntos.




setinha2.gif (29/3/2011) A última fronteira, o litoral brasileiro
Nossos ancestrais partiram da África, atravessaram o estreito de Behring e cruzaram as Américas, numa jornada de centenas de milhares de anos que terminou nas praias do Brasil. De frente para a África

A Segundo Rhoneds Perez, outra arqueóloga do Museu Nacional, o Sudeste do Brasil teria sido uma das últimas regiões do planeta a serem ocupadas pela espécie homo sapiens sapiens. A tese mais aceita pelos estudiosos é a de que nossos ancestrais teriam surgido na África e se espalhado pela Ásia e pela Europa, entrando nas Américas após atravessarem o estreito de Behring (entre a Sibéria – Rússia – e o Alasca – Estados Unidos). Para Rhoneds, “foi uma trajetória que durou centenas de milhares de anos e certamente esteve associada ao desenvolvimento biológico e intelectual destes indivíduos. Quanto mais sapiens o homem se tornava, maior o número de insights e de descobertas que aprimoravam a capacidade de observar e refletir. Assim, ele começou a tentar planejar sua vida e foi sendo capaz de conquistar outros espaços, outros territórios. Quando chegou ao litoral sudeste do Brasil, estava diante da última fronteira, do último momento, em que se deparava com o grande mar”.


Um cenário pré-histórico

Há cerca de 10 mil anos, o clima no continente americana começou a ter uma certa estabilidade. A alternância de períodos frios (mais difíceis para a vida humana e com menor oferta de alimentos) e fases mais quentes (com mais umidade, chuvas e maior presença de alimentos) já não se fazia de forma tão violenta. A fauna e a flora desta época são bem parecidas com as que temos hoje, com presença de antas, onças, macacos, peixes, moluscos. Ecossistemas como as lagoas litorâneas, as restingas e os manguezais eram verdadeiras ilhas de fartura que contribuíram para o desenvolvimento e o crescimento das populações dos sambaquis.

“Chegamos a um ponto chamado de ótimo climático por volta de cinco mil anos atrás, em que o clima e a temperatura se tornaram extremamente favoráveis para a fixação da vida humana. Antes, os pré-históricos enfrentaram situações de muito embate com o ambiente, mas chega um momento em que as condições se tornam mais amenas”, explica Rhoneds.

Neste cenário, o homem começou a entender que precisava se organizar e se deu conta de que adquiriu ganhos biológicos e motores e também desenvolvimento cerebral.


Fartura de alimentos

O raciocínio abstrato se desenvolveu e o tornou capaz de atividades mais refinadas. Assim, descobriu, por exemplo, que há lugares mais favoráveis para coletar mariscos do que outros e a relação que mantém com o meio ambiente é o maior estímulo para o seu desenvolvimento.

“Ao chegar num litoral com fartura de água e alimentos, ele mudou sua condição de caçador de mamíferos para pescador. É uma conseqüência lógica, pois, se posso garantir minha sobrevivência com menos gasto de energia, eu o farei”, afirma Rhoneds. “Ele muda sua economia e explora o novo ambiente de maneira extremamente competente.”





setinha2.gif (29/3/2011) Pedras e ossos viravam anzóis
Na vida do litoral, os sambaquieiros acabavam por dominar técnicas de lapidação em pedra. E se afeiçoavam a animais marinhos, como os pescadores catarinenses, que apelidaram um golfinho de “Taffarel”

Mas como se estruturava a sociedade em que viviam os sambaquieiros? Os especialistas têm dificuldade em responder a esta pergunta porque a maioria dos materiais perecíveis da época (madeira, couro, fibras vegetais etc.) se desintegrou ao longo dos séculos. Nesse contexto, entretanto, há pelo menos uma verdadeira raridade arqueológica.

No solo de Espinheiros II, um sambaqui subaquático do litoral de Santa Catarina, foi encontrado um trançado de fibra que pode ter sido uma cesta ou uma armadilha para capturar peixe. Mostra que nossos antepassados sabiam trançar – uma habilidade muito bem conservada pelos indígenas brasileiros atuais.

Hoje, os materiais que permitem estudar a sociedade sambaquieira são basicamente a pedra, os ossos e os restos de conchas do berbigão (Anomalocardia brasiliana), da almejoa (Lucina pectinata) e de algumas espécies de ostras e mariscos.

A maioria dos artefatos surge na medida em que novas necessidades vão se apresentando para os grupos humanos. Nos sambaquis brasileiros, tem sido encontrado um eficiente arsenal tecnológico para capturar o pescado. Além de anzóis esculpidos com uma forma semelhante à dos anzóis atuais, surgem também pontas de ossos que eram presas às extremidades de hastes de madeira, algumas com a função de perfurar o animal caçado; outras com a extremidade arrebitada para ajudar a prender no peixe, como se fosse a farpa de um arpão.

Segundo Maria Dulce Gaspar, espinhos de peixes, esporões de raia e ossos longos de aves e mamíferos eram usados nas pontas de lanças e flechas. Também significativa é a presença de almofarizes, uma espécie de pilão antigo, que serviam para processar os alimentos e as tinturas.

Cristina Tenório, arqueóloga do Museu Nacional, estuda sambaquis da Ilha Grande, no litoral sul fluminense – município de Angra dos Reis –, e de Arraial do Cabo, uma cidade localizada quase no extremo norte da costa do estado do Rio de Janeiro. Cristina persegue um grupo formado por muitas famílias e várias gerações e que tem como uma das principais características comuns o fato de fabricar machados com lâminas de pedra.

A arqueóloga do Museu Nacional já identificou mais de 60 sítios em que os sambaquieiros lapidavam pedra. É um tipo de ateliê, que os especialistas chamam de oficinas líticas. No Ilhote Norte, na Ilha Grande, mais de 30 esqueletos tinham marcas nos ossos que sugerem o uso constante de remos. Eram, portanto, comunidades canoeiras. “Eu acho também que tinham uma identificação muito grande com o boto, pois já encontrei enterramentos em que aparece o esqueleto de um boto inteiro”, observa Cristina.

Aliás, uma relação próxima entre os homens e os grandes mamíferos marinhos – golfinhos, baleias, tartarugas – permanece até hoje no litoral brasileiro. Em Laguna, Santa Catarina, por exemplo, existe uma curiosa cooperação entre os pescadores e os golfinhos, que cercam os peixes e os encaminham para águas rasas, onde são presas fáceis para as redes dos pescadores. Neste processo, os golfinhos também ganham, pois fica mais fácil para eles capturar o peixe. Os pescadores identificam os animais mais cooperativos dando a eles apelidos carinhosos como “Taffarel”, em homenagem a um ex-goleiro da Seleção brasileira. Em alguns sambaquis já foram encontradas também evidências de domesticação de animais, geralmente pequenos roedores, como a preá.




setinha2.gif (29/3/2011) Baixinhos, fortes e bons nadadores

As chamadas “áreas de intersecção ambiental” eram os locais preferidos para implantar os sambaquis porque a proximidade de diferentes acidentes geográficos e de vegetação variada permitia aos sambaquieiros ter acesso rápido aos recursos naturais. Os sítios ficavam perto de rios, canais, enseadas, lagunas, manguezais e florestas.

Os habitantes dessas comunidades exploravam as águas doces, salobras ou salgadas e pegavam animais marinhos de porte grande, inclusive tubarões. Os arqueólogos suspeitam também que pescavam em águas profundas e que eram exímios mergulhadores e nadadores. Há vestígios de presença humana tanto em ilhas próximas como um pouco mais distantes do litoral, o que indica que eram bons também na arte de navegar. Seus ossos evidenciam que eram troncudos, acostumados a remar e a praticar outras atividades físicas que desenvolviam os membros superiores. Como a temperatura era amena e eles estavam quase o tempo todo dentro da água, é de se supor que usassem pouca roupa ou que andassem nus.

Os sambaquieiros eram baixinhos para os padrões atuais – quem tinha 1,60m era considerado alto – e viviam relativamente pouco, em média entre 30 e 35 anos. As mulheres costumavam morrer mais cedo do que os homens.

Os pesquisadores inicialmente pensavam que os bandos eram pequenos. Mas hoje se desconfia que havia mais gente junto, entre 30 a 60 pessoas por sítio arqueológico. Se pensarmos em vários sítios próximos uns dos outros, teríamos comunidades de 200, 400 pessoas se relacionando, comunicando-se e circulando entre vários pontos do litoral.

De um sambaqui se avistava o outro e se trocavam sinais. Fumaça ou fogo em um sítio, por exemplo, poderia significar o enterro de algum chefe ilustre ou de que um grande banquete de mariscos e peixes estava sendo preparado. Segundo Maria Dulce Gaspar, o fato de haver sambaquis localizados próximos uns dos outros permite levantar duas hipóteses antagônicas. Ou seus habitantes competiam pelos mesmos recursos ou uniam-se para catar mariscos, pescar e caçar.


setinha2.gif (29/3/2011) Doenças, mortes e funerais
Nossos antepassados não tinham carências alimentares, levavam seus objetos para o túmulo e, até agora, não se descobriram suas pinturas e outras manifestações artísticas

O exame dos dentes dos sambaquieiros mostra um grande abrasão – um termo técnico com que os odontologistas designam o desgaste causado por meios físicos ou químicos. Eles mastigavam mariscos e frutos e, se o peixe era assado em cima das pedras, no meio da fogueira, com certeza era “temperado” com resíduos das conchas e de carvão. Em alguns esqueletos, os dentes estão quase totalmente desgastados, o que devia provocar muitos abscessos e dor de dente. Também é possível pensar em doenças que deixam evidências nos ossos, como a osteoporose. Os especialistas também acreditam que muitas mulheres morriam de parto.

Mas os arqueólogos costumam encontrar também enterramentos de pessoas com 40 a 45 anos, o que significa que muitos sambaquieiros conseguiam viver além da média. Parece ainda que poderiam sofrer de doenças infecciosas crônicas, que aparecem sobretudo nos lugares onde havia mais densidade populacional. Ou seja, muita gente junta cria um ambiente propício ao aparecimento de doenças.

Também se suspeita que os grupos não sofriam muitas quebras de ossos, pois viviam num ambiente sem abismos ou pedras que lhes quebrassem os esqueletos. E há indícios até de que costumavam manter e cuidar dos doentes. Uma coisa é certa: ao contrário de outros grupos pré-históricos, os sambaquieiros não sofriam de deficiência alimentar.

Não é possível saber muito sobre sua produção simbólica. Eles não tinham escrita e até agora foram descobertos poucos desenhos e esculturas em pedra e ossos. Mesmo assim, sabe-se que davam muita importância aos rituais funerários. Os guerreiros e chefes eram enterrados com suas armas e objetos úteis nas longas jornadas que, eles acreditavam, fariam em direção a outros mundos. Entre estes objetos estão esculturas, colares com conchas de moluscos, lâminas de machado e dentes de porco-do-mato.

Na Ilha Grande, Cristina Tenório encontrou um esqueleto cercado de amoladores de flechas e coberto de areia tingida de ocre da cintura para cima. Sobre ele foi feita uma fogueira com ossos, depois coberta com areia. O fogo estava presente nos sepultamentos e a fumaça garantia a visibilidade para a cerimônia fúnebre. Cobrindo as covas eram depositadas muitas camadas de ossos de peixe e conchas, que parecem ser os restos de um festim fúnebre.


setinha2.gif (29/3/2011) O começo do fim
Contato com outras culturas pode ter levado à extinção dos sambaquieiros, que teriam influenciado a construção de Salvador

Os pesquisadores chamam a atenção para o longo período de atividade humana nos sambaquis. Alguns foram ocupados por mais de 100 anos. Outros, por mais de mil anos. Os sambaquis estudados no Brasil começam a aparecer em um período entre nove mil e 10 mil anos atrás. Atingiram seu auge, em número, em torno de quatro mil e seis mil anos e, há cerca de 1.500 anos, começam a desaparecer. E o contato com outras culturas talvez explique a decadência dos sambaquieiros.

Eles mantinham relações de troca com povos ceramistas que viviam no interior e que, por possuírem tecnologia mais avançada, estavam sempre buscando expandir seu território. Terminaram por desestruturar o sistema social dos sambaquieiros, que foram absorvidos pelos ceramistas através de casamentos ou escravização ou sendo eliminados em conflitos.

Os povos ceramistas inseridos na tradição tupi-guarani e una (que se instalaram onde hoje é o estado do Espírito Santo e Rio de Janeiro), itararé (no Paraná e Santa Catarina) e taquara (em Santa Catarina e Rio Grande do Sul) foram tomando posse do litoral e foram eles que aqui estavam quando os portugueses chegaram, há cerca de 500 anos.

A importância histórica dos sambaquis é tanta, que eles chegaram a influenciar a escolha dos materiais usados em várias construções. No Brasil colonial, os montes de areia e conchas deixados pelos antigos habitantes serviram para a retirada da cal usada na construção de igrejas, casarões, aquedutos. O cronista Fernão Cardim relatou que, no século XVI, a cidade de Salvador teria sido erguida com a cal tirada dos sambaquis do Recôncavo Baiano.

Ao longo dos últimos séculos, a destruição sistemática dos sambaquis continuou, causada pela expansão imobiliária no litoral. E, assim, os fios de lembranças que poderiam nos ligar mais fortemente aos nossos antepassados foram se perdendo.

Em Saquarema (RJ), a arqueóloga Lina Kneipp encontrou dezenas de esqueletos, alguns com 4.500 anos. Ela criou a Praça do Sambaqui da Beirada, entre a lagoa e o mar, transformando o sítio arqueológico num local de visitação que atrai hoje muitos estudantes e turistas. O exemplo de Lina, que faleceu em 2002, mostra que a ponte em direção ao passado ainda pode ser refeita e que ela poderá nos ensinar muito, sobretudo em relação ao uso dos férteis recursos de nossa natureza tropical.

FOTOS
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Para saber mais

Livros:

Ensaio de Arquegeologia, de Maria Beltrão, ZIT Gráfica e Editora, cujas imagens foram gentilmente cedidas pela autora para publicação nesta revista e que se encontra disponibilizado na seção Ecoleitura, páginas 26-27

Sambaqui: arqueologia do litoral brasileiro, de Madu Gaspar, da coleção Descobrindo o Brasil, Jorge Zahar Editores, 2000

Pré-história da Terra Brasilis, organizado por Cristina Tenório, Editora UFRJ, 1999

Arqueologia brasileira, de André Prous, Editora UNB, 1991





 
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